Escassez de enfermeiros ameaça qualidade da fertilização in vitro no mundo

A falta de enfermeiros especializados é hoje um dos principais desafios da saúde global. Estimativas internacionais apontam um déficit entre 5,9 e 6 milhões de profissionais, quadro que afeta diretamente áreas de alta complexidade, como a reprodução humana e a fertilização in vitro (FIV). Nesse contexto, a carência de profissionais qualificados compromete não apenas a parte técnica dos tratamentos, mas também o apoio emocional oferecido aos pacientes.

Gestão que salva tempo e vidas: o papel estratégico das operações em saúde

Em um sistema de saúde cada vez mais pressionado por urgências, complexidade assistencial e demandas por resposta imediata, a gestão de operações deixou de ser “bastidor” para se tornar parte decisiva do cuidado. É ela que garante que pessoas, processos, tecnologia e protocolos funcionem de forma integrada, especialmente quando o atendimento acontece fora do ambiente hospitalar tradicional, em operações remotas, ambientes de risco e serviços que não podem parar.

Entre a excelência clínica e a falta de preparo prático: os limites da formação médica tradicional. Uma análise a partir da trajetória do médico Tiago Macruz

A medicina brasileira é amplamente reconhecida por sua excelência clínica e rigor científico. No entanto, tem sido cada vez mais questionada quando o tema é o preparo dos médicos para os desafios reais da profissão, especialmente em áreas como gestão, liderança e atuação em ambientes complexos e de alta exigência operacional. A trajetória do médico anestesiologista Tiago de Almeida Macruz, com atuação internacional e forte foco no desenvolvimento de lideranças, ilustra de forma clara essa lacuna e aponta caminhos possíveis para o futuro da formação médica.

Entre ciência e prática clínica: quem é Dra. Karina Sposito Negrini, médica brasileira que se destaca na pesquisa e na medicina de alta complexidade

O sucesso de séries médicas americanas como Grey’s Anatomy, House e a clássica Plantão Médico (ER) sempre exerceu forte fascínio sobre jovens médicos brasileiros recém-formados. O que muitas vezes parece glamour na ficção, porém, se revela um caminho longo, rigoroso e altamente competitivo na vida real. Para atuar profissionalmente nos Estados Unidos, médicos formados no Brasil precisam enfrentar um processo burocrático complexo, que envolve a revalidação do diploma, provas extensas e a obrigatoriedade de cursar uma residência médica no país.

Saúde emocional de mulheres e famílias exige retorno ao essencial, alerta Renata Machado Tottola

A saúde emocional de mulheres e famílias brasileiras atravessa um momento delicado. Dados recentes mostram que a maioria dos diagnósticos de ansiedade e depressão no país recai sobre mulheres, cenário que se intensificou após a pandemia da COVID-19. O aumento dos quadros emocionais não aponta apenas para um problema clínico, mas revela um esgotamento mais profundo, ligado à forma como a mulher moderna tem vivido, se organizado e ocupado seus lugares dentro da família e da sociedade.

Da Antiguidade à Inteligência Artificial: Dra. Akanksha Baheti simboliza o futuro da odontologia moderna

A história da odontologia é marcada por uma profunda transformação ao longo dos séculos. Desde práticas rudimentares e, muitas vezes, dolorosas na Antiguidade até a consolidação de uma ciência altamente tecnológica no século XXI, o cuidado com a saúde bucal evoluiu de forma contínua e acelerada. Registros históricos indicam que as primeiras intervenções odontológicas datam de cerca de 7 mil a.C., na Índia, e de 3500 a.C., no Egito, quando artefatos primitivos eram utilizados para extrações e misturas de ervas compunham os cuidados básicos de higiene bucal.

Ciência e Cuidado: a força da humanização na prática de Enfermagem

As práticas de humanização são essenciais para uma assistência verdadeiramente integral aos cuidados à saúde do paciente, enfermeiros e técnicos em enfermagem são protagonistas na implementação dessas práticas. Eles vão além dos procedimentos clínicos e técnicos, priorizando o olhar atento, o acolhimento e o respeito à individualidade de cada pessoa. Mais do que tratar a doença, o profissional humanizado observa a pessoa em sua totalidade — corpo, mente e emoções, o que reflete diretamente na qualidade do atendimento e na eficácia dos tratamentos.